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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Skiming - Pricing Strategie




Skim Pricing - Introducing a product at a high price in a order to skim off the top of the market.

- Setting a high price to maximise profit per unit
- The product is sold to successive layers of the market
- The top segment is skimmed off first with a high price


Objective: Maximize profit per unit to achieve quick recovery of development costs

- The objective is to skim off customers who are willing to pay more to have the product sooner.
- Prices are lowered later when demand from early adopters falls and the firm needs to increase sales the early and late majority.
- The main objective is to benefit from high short term profits (due to the newness of the product) and from effective market segmentation


Skimming is used when...

- The product is innovative and unique
- Quality is important
- Demand is inelastic
- Product life cycle is expected to be short
- The market consists of distinct segments
- Heavy promotion is required
- There is no significant competition
- There are high barriers of entry to the market
- Price is seen as an indicator of quality
- There is potential for economies of scale


Skimming suits the diffusion model...

Innovative product is spread in the following way:
- Innovators - The real trend setters
- Early adopters - Quick to follow the trend setters
These two groups represent 16% of the market and tend to be ore affluent than the rest.
High price will not necessarily deter them from buying especially if the latest product adds to their prestige.
The remaining categories (early majority, late majority and laggards) will only take up the product when the price comes down.


Advantages of Skimming...

- Allows for some return on set up costs
- By charging a high initial price the firm can build a high quality image for the product
- Allows high mark ups for dealers
- Skimming can be an effective strategy in segmenting the market- a firm can divide the market into a number of segments and reduce the price at different stages in each, thus acquiring maximum profit from each segment
- For conspicuous or prestige goods, the pratice of price skimming can be particulary successful, since the buyer tends to be more prestige conscious than price conscious

Skimming ( 1- For skimming / 2- Against skimming )

1
- Early cash recovery
- Short payback period
- Short run profits
- High profit margin
- High price often seen as sign of high quality
- Appeals to early adopters of the product

2
- Encourages the entry of rivals
- Advantages Can be short lived
- High margins at the expense of high volume


Examples of skimming...

The following examples were introduced using a skimming princing strategy.
- Colour TV
- Video Recorders
- Flat screen TV
- High definition Tv
- Personala Computers

quinta-feira, 6 de março de 2008

Pensamento e Planeamento Estratégico

Após os anos 60 e 70 do passado século, dada a estável e previsível evolução dos mercados, a generalidade das grandes empresas mundiais começaram a exercer a sua actividade através de processos formais e conscientes da geração estratégica que emergia com a evolução do plano estratégico.


O pensamento estratégico deve sempre preceder ao planeamento estratégico. Na realidade, a estratégia antes de ser um plano, é apenas um conjunto de visões integradas na estrutura de actuação da empresa, não necessariamente claras ou completas, e podem surgir da autoria de qualquer membro da organização.


Na sua essência, estas visões sintetizam as questões relevantes para a empresa e propõem soluções mais ou menos criativas para o desenvolvimento futuro da organização. Posteriormente, o plano limita-se a explicitar e estruturar as visões estratégicas dos gestores num documento formal, de acordo com uma metodologia predeterminada.



Em suma, antes de ser um plano, a estratégia é um conjunto de visões integradas da actuação da empresa, resultante do pensamento estratégico dos seus membros.



Diferenças entre Pensamento e Planeamento Estratégico


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Objectivos S M A R T

Sabia que o segredo do nosso sucesso pode estar na forma como tralamos e/ou definimos os nossos objectivos?

Objectivos Smart:

S(Specific) : Planeamento detalhado do que há a fazer e como deve ser feito. Os objectivos generalistas tendem a ser menos eficazes.

M(Measurable) : Reflecte os vários aspectos mensuráveis e passíveis de realização. Compreender se os recursos (humanos e físicos) disponíveis são os adequados para alcançar os mesmos.

A(Achievable) : Este aspecto implica que os objectivos sejam propostos em consonância com todos os seus intervenientes para que estes estejam motivados a percpecionar e sentir os objectivos como algo intrínseco a elas.

R(Realistic) : Os objectivos só serão realizáveis se forem passiveis de ser realizados.

T(Time) : Estabelecimento de prazos bem definidos.



É necessário o alinhamento de todos estes aspectos e posterior revisão periodica, ou seja, obter um feedback "do que se está a passar" e efectuar as alterações necessárias em função das mutações constantes da envolvente.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Responsabilidade Social - Parabéns!

Responsabilidade Social

A Responsabilidade Social das Empresas é a integração voluntária de preocupações sociais e ambientais nas operações quotidianas das organizações e na interacção com todas as partes interessadas. Neste sentido, é um conceito globalizante pois parte do indivíduo para o todo e vice-versa, entendendo-se o indivíduo como podendo ser quer individual quer colectivo.
No fundo, trata-se de um
modo de contribuir, de forma positiva, para a sociedade e de gerir os impactos sociais e ambientais da organização como forma de assegurar e aumentar competitividade no mercado.

Marketing Social

Marketing Social é a gestão estratégica do processo de inovações sociais a partir da adopção de comportamentos, atitudes e práticas (individuais ou colectivas), orientadas por preceitos éticos, fundamentados nos direitos humanos e na equidade social.

O objectivo principal desta ferramenta é transformar a maneira pela qual o nosso público-alvo percebe uma questão social e promove mudanças comportamentais que visam melhorar a qualidade de vida de um segmento populacional.

O Marketing social tem por base o uso de conhecimentos e técnicas de marketing adaptadas à promoção do bem estar social. Trabalha-se com objectivos claramente definidos, metas mensuráveis, pesquisas e avaliações quantitativas e qualitativas.

Apresentação de 2 Casos “Oportunos”

Todos nós que estamos ligados às áreas de Gestão, até mesmo quem não está, certamente já ouviu notícias sobre “queda da publicidade” ou “impacto da publicidade” ineficiente. Ou seja, é necessário percebermos muito bem “onde estamos”, “para onde queremos ir” e “planear a forma de lá chegar”.

Considero de destaque duas campanhas que estão no ar.

A sociedade do Ponto Verde, é uma organização de cariz social cujos interesses/objectivos assentam numa maior consciencialização por parte da sociedade no que respeita ao ambiente. O meio com mais impacto pelo qual comunica é a TV, onde veicula uma mensagem original e apelativa.

Após visualização deste “anúncio” todos ficam sensibilizados e com vontade de ajudar. Aliás, há de certeza quem pense…. “ Depois de ver estes miúdos, quem é capaz de resistir e não fazer reciclagem?”

É aqui que coloco a questão… É assim tão difícil sensibilizar o consumidor?

É! Mas, há quem consiga. Pelo menos a mim.

A Pedigree lançou recentemente uma campanha de Adopção de Cães e Oferta de 3 Meses de comida para os mesmos. E ainda, pela compra de Pedigree, existe uma contribuição para a ajuda de animais abandonados.

Ou seja, basicamente o que a Pedigree fez algo muito simples. Pegou na questão social de cães abandonados e associou-se a esta causa.

Consegue com isto:

- Trabalhar a sua imagem junto do seu público-alvo;

- Ganhar a confiança de potenciais clientes;

- Trabalhar o seu Marketing Social e Responsabilidade Social;

- Aumenta os índices de Notoriedade (Pela associação à Causa)

- Potencia eventuais consumidores (Após adopção e 3 meses, é necessário comprar comida. Onde será que o consumidor vai? Será a marca que se identifica com ele próprio? Que até contribui para ajudar os cães?

Mesmo que após a sensibilização, isto não se reverta em acção, a Pedigree consegue trabalhar a sua imagem social, conquistar a confiança mercado em geral e ainda aumenta os índices de notoriedade. Para quem procura ser líder de mercado ou Top-of-mind parece-me bastante relevante.

Acho bastante oportuna e bem conseguida estas duas campanhas. Parabéns às duas entidades.

E também pela responsabilidade social que me encontro a comentar e divulgar estas campanhas.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Qualidade de Serviço


Em Marketing, a Qualidade de um serviço pode ser gerida com base nas dimensões em que é percebida. Posto, destaco as mais importantes:

- Confiabilidade - Capacidade de prestar o serviço "prometido" com confiança e exactidão;
- Responsabilidade - Disposição para auxiliar os clientes e fornecer o serviço prontamente;
- Segurança - Relacionada com a capacidade de quem presta o serviço o fazer de uma forma determinada e confiante, demonstrando conhecimento;
- Empatia - Demonstrar interesse e atenção personalizada aos clientes;
- Aspectos Tangíveis - Suporte físico, aparências, instalações, pessoal, equipamentos;

Marketing de Serviços

Marketing de Serviços pode ser definido como um conjunto de actividades objectivas, tais como a Análise, Planeamento, Implementação e Controlo de programas de determinado conjunto de produtos e/ou serviços com o objectivo de conseguir satisfazer as necessidades e desejos dos consumidores e daí extrair a satisfação, a qualidade e a lucratividade.

Define-se serviço como um acto ou desempenho essencialmente intangível que uma parte pode oferecer a outra e que deste processo não resulte a posse de um bem (físico). Esta execucção pode ou não pressupor uma contrapartida financeira. Ex: Viajar de avião, cortar o cabelo, entre outros.

O serviço em si, é produzido e consumido em simultâneo. Pelo que, este pressupõe uma relação de contacto directa entre o Produtor e o Consumidor.

Numa perspectiva de Marketing, existem algumas caracteristicas de grande relevância:
- Intangibilidade .. Os serviços são processos, não são patenteáveis e baseiam-se na reputação;
- Perecibilidade .. Se não for usado, está perdido (Ex. Avião);
- Heterogeneidade .. Varia de cliente para cliente;
- Simultaneidade .. Criados e servidos simultaneamente;
- Participação do cliente no processo .. Sem o cliente presente, não é possível realizar o serviço;

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Do you know?


The Star Tracker is a social network service that focuses on building and servicing an online social network of talented people, who share the same nationality, interests and affinities to promote networking and help each other attain success.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Brilliant !

As diferenças entre Marketing, RP, Advertising and Branding.



Obrigado pela recomendação, Vidinha.

Hiperligação Site: http://www.quicksprout.com/2007/10/24/the-difference-between-marketing-pr-advertising-and-personal-branding/

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Disney no mercado das Telecomunicações


A Walt Disney Co. anunciou que vai lançar um serviço de telecomunicações móveis no Japão, com um operador que deve começar a operar a 1 de Março, segundo reportou a imprensa nipónica.

A Disney irá utilizar a rede de infra-estrutura e de distribuição da Softbank (terceiro maior operador móvel japonês, atrás da NTT DoCoMo e a KDDI), assumindo assim o estatuto de um operador virtual (MVNO) de que já tem experiência com um serviço similar lançado no ano passado nos Estados Unidos, em parceria com a Sprint Nextel.

De acordo com as mesmas fontes, o novo operador da companhia norte-americana de media e entretenimento vai utilizar telemóveis fabricados pela Sharp.

Lido em Diário Digital

Chiquita - Caso de Sucesso

Chiquita !? Uma grande empresa !?

Claro que sim!

Chiquita é uma verdadeira empresa Internacional. Tem mais de 100 anos de História e nasceu em Cincinnati, Ohio. Esta tem mais de 26000 empregados espalhos por 80 países em 6 continentes. Detém cerca de 90000 héctares de terreno próprio, e mais 50000 héctares arrendado.
Esta marca parece tão simples e modesta quando a vimos em nossas casas, no entanto, de modestos nada tem os $4,5Biliões que a marca tem como receita anual. As vendas desta empresa, são qualquer coisa de gigante, pois a mesma vende cerca de 144 Milhões de Caixas (18Kg/Cada) por ano.
Posto isto, é importante acrescentar que a Chiquita é lider de mercado na Europa e nº 2 nos EUA.

No entanto, esta marca não vende apenas bananas. Embora seja o seu core business, ao representar cerca de 43% da matriz produtos/vendas. A marca tem também uma grande relevância na venda de Saladas e Snacks.

Uma grande caso de sucesso.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Consumidor - Camaleão?

O consumidor de hoje baralha e contradiz os melhores estudos de mercado. A mesma pessoa que veste um fato Boss durante a semana vai ao domingo fazer compras ao supermercado vestindo Nike. O mesmo passageiro que viaja em classe executiva como empresário escolhe a classe económica para viagens de férias com a família. Dois ou três estilos de vida concentram-se na mesma pessoa. Classe social, faixa etária ou profissão são velhas definições do consumidor que pertencem ao passado. Entrámos na era do consumidor-camaleão, termo impulsionado por Bernard Dubois no livro Compreender o Consumidor.
O contexto da situação é o que melhor explica o acto de compra. Permite opor fenómenos díspares como a compra de uma residência secundária ou de um jornal diário pela mesma pessoa. O primeiro acto é reflectido, fora do habitual e comprometedor; o segundo impulsivo, frequente e automático.


Filipa. Espero que esta ligeira definição do consumidor-camaleão Te ajude.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Top 10 Places to Go in 2008


Fantástico!

Invistam um minuto do vosso tempo a consultar o mais recente Ranking Internacional de locais a não perder em 2008, e de certo que vão ficar orgulhos do nosso Portugal.
Segundo o Ranking Mundial da Yahoo Travel, Lisboa consegue o fantástico terceiro lugar.


É de bom grado conseguirmos passar esta mensagem... Portugal tem uma larga oferta Turistica, mas nem sempre é bem comunicada. Este poderia ser um dos pontos de partida. Afinal, temos um Guia Turistico "a nosso favor".

Consultem o Ranking em:
http://travel.yahoo.com/p-interests-21529666;_ylc=X3oDMTBsbGI4dGR1BF9TAzI3MTYxNDkEX3MDMjcxOTQ4MQ

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Relação entre Cores e Crianças



Crianças e jovens tendem a associar o encarnado à alegria, o azul à tristeza e o amarelo à cólera, revela um estudo científico, inédito em Portugal. O estudo tinha como objectivo perceber como as crianças e os jovens percepcionam as emoções e quais as cores que, instintivamente, associam a cada uma. Emoções como a alegria, a cólera e o desprezo estão sempre ligadas às cores quentes, enquanto a tristeza, a surpresa, a aversão e o medo estão mais relacionados com cores como o azul, o branco e o preto. Na idade adulta, apenas a alegria e a cólera se mantêm associadas às mesmas cores que na infância.

Lido em: Destak

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Comunicar em Tempos de Crise!


As empresas e organizações vêem-se confrontadas com uma diversidade de situações adversas que, levadas ao extremo, podem intitular-se de crises. As relações públicas são uma boa arma no combate a situações de crise.

A gestão de crises através das relações públicas assenta em dois pontos base:

A actuação preventiva - o seu objectivo é evitar e neutralizar potenciais crises, designadamente através da preparação de um porta-voz, montagem de sistemas de alerta, identificação de possíveis cenários de crise e desenvolvimento de relações com grupos de pressão.

Comunicação de crise propriamente dita - o objectivo deste tipo de comunicação consiste em minimizar o impacto negativo das crises, podendo a comunicação ser feita a partir da definição de estratégias previamente preparadas, elaboração de comunicados e do reforço das relações com os «simpatizantes» da organização ou empresa.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

O maior Evento Mundial sobre Personal Branding irá ocorrer a 8 de Novembro de 2007

Como forma de comemorar uma década de desenvolvimento acelerado dos conceitos de Personal Branding na Europa e nos Estados Unidos, impulsionado por um artigo pioneiro de Tom Peters na revista Fast Company sobre o tema Brand You Thinking, um grupo de especialistas em Personal Branding de todo o mundo estão organizar o maior evento até hoje realizado sobre o desenvolvimento de Marcas Pessoais. Tom Peters escreveu há 10 anos um artigo pioneiro sobre a importância fundamental de podermos gerir a nossa própria marca, especialmente num mundo corporativo onde se assume que cada indivíduo irá mudar de projecto profissional entre 5 a 7 vezes, em média, durante a sua carreira. Assume assim uma importância fundamental hoje em dia o tema do Personal Branding.

O Personal Branding Summit irá ter lugar no dia 8 de Novembro 07 na forma de uma Teleconferência (o registo para a participação pode ser feito em www.personalbrandingsummit.com), e são esperados mais de 100.000 participantes de vários pontos do globo. O acesso é gratuito a todos os conteúdos, basta registo no site. O evento terá 3 painéis principais:

1. Career Management Success

2. Talent Management

3. Entrepreneurship

Os melhores especialistas mundiais nestas matérias estarão presentes como oradores convidados, incluindo nomes como Guy Kawasaky ou William Arruda, entre muitos outros. Portugal faz parte deste evento e desta organização através da PersonalBrands© Portugal, líder em Programas de Desenvolvimento de Marcas Pessoais e no Alinhamento Interno de Marcas.

A coordenação será feita no dia do evento em vários locais do mundo, num horário pré-determinado:

7.00h Los Angeles
10.00h Nova Iorque
15.00h Lisboa
16.00h Paris
22.00h Singapura

.Para mais informações contactar:

Event Media Relations Global Coordinator:

.Rui Miguel Coelho.

CEO and Founder - PersonalBrands© Portugal

T. +351.93 267 1569

rmcoelho@isg.pt

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Buzz Marketing

Novos conceitos aliados à fácil e rápida velocidade de expansão dos Mass Midia, trazem ao Marketing mais poder, mais força para atingir o seu público-alvo, desde que sejam usados de forma estratégica e bem posicionados, com vista à satisfação das necessidades dos consumidores e conquista de mercado.

O Buzz Marketing é uma nova ferramenta de marketing e possui características similares ao Marketing Viral, no entanto, esta técnica é utilizada de forma frontal e não esconde o seu objectivo principal. Assume um tom cómico ou simplesmente passa uma mensagem sem dizer ao consumidor que ali existe a “venda” de um produto.

A Internet, veio abrir as portas da facilidade da comunicação. Este tipo de Marketing, torna-se cada vez mais forte, rápido e visa atingir um número de pessoas cada vez maior, claro que tudo isto apenas é possível com a repetição da campanha. Deve haver interesse do consumidor em ver, enviar/mostrar, conversar e conhecer mais em pormenor todos os benefícios do produto, encaminhando a mensagem para pessoas que, por seu conhecimento, tenham em comum gostos e interesses e que procurem novidades, notícias e informações de determinados produtos.

Pode-se compreender o Buzz Marketing, como uma estratégia inovadora, que age como um murmúrio (tradução literal) por surgir de forma calma, sem muito alarido de forma a cativar exactamente o seu público-alvo, mas que no entanto, pode ser conhecido por outros milhares de consumidores, apenas a titulo de curiosidade sobre um produto ou uma campanha muito bem feita pelo Marketing da Empresa.

Exemplo:

A actriz e modelo Karina Bacchi e o antigo imagem de marca da Cerveja Kaiser, o espanhol José Valien, foram fotografados em circunstâncias que sugeria um romance entre os dois. Estes, tomavam cerveja juntos e trocavam beijos na despedida. As fotos saíram numa revista de celebridades, e a história ganhou dimensão na internet e noutras revistas e jornais. Duas semanas volvidas, a Cerveja Kaiser divulgou o seu novo filme que por surpresa, é composto pelas duas estrelas acima referidas.

A Mexicana Femsa, dona da merca, não comenta o assunto e a agência da empresa, a Fischer America, diz que nada tem a ver com o possível romance dos dois. Estes tinham-se apenas limitado a criar apenas um anúncio de oportunidade com a súbita exposição do casal.

"A questão nesse caso nem é se o romance é oficial ou não. O fato é que está todo mundo falando do Baixinho da Kaiser, e
isso é uma forma de ressuscitar a marca, que andava bem sumida",
diz Gustavo Fortes, Director de Planeamento e Criação de Comunicação, agência especializada em acções de Marketing alternativo.



Um Abraço para o Francisco Penetra. Eis a "nossa discussão do tema!"

domingo, 14 de outubro de 2007

Planos de Contigência. Sim. Porquê?

Os planos de contingência são uma ferramenta de Gestão que deve estar prevista nos planos estratégicos das empresas. Esta ferramenta não é mais do que criar “fundos de maneio” que nos permitam que ao longo do PEM (Plano Estratégico de Marketing) e do PAM (Plano Anual de Marketing) alguma margem de manobra face aos resultados conseguidos através da auditoria e controlo das actividades previstas.

Nos dias de hoje não é de todo usual ver esta ferramenta a ser utilizada. Pois as organizações com vista à obtenção de lucro, tendencialmente geram menos liquidez financeira o que também não gera grande margem para “investir” em Planos de Contingência. Considera-se ainda que outras hipóteses – o caso da hipótese financeira – são alternativas mais aliciantes que garantem um acréscimo das unidades monetárias ao contrário de as ter “estagnadas” no Plano de Contingência.

No entanto, esta ferramenta é para integral do PAM e do PEM para que as organizações estejam preparadas para ocasiões de carácter exógeno (acontecimentos no Meio Envolvente Contextual e também Transaccional) que possam surgir e que a organização não possa controlar. Um exemplo perfeito desta situação, é o 11 de Setembro. Este acontecimento, ninguém o poderia prever e a verdade é virou a vida empresarial em muitas empresas de pernas para o ar (Ex. Número de companhias aéreas que entrarem em falência no pós 11 de Setembro). O PC deve também estar orientado de forma a responder ao Meio Envolvente Transaccional para responder a campanhas e/ou produtos da concorrência, novos produtos, tendências, promoções, entre outros.

Em suma, o Plano de Contingência deve estar contemplado e instaurado na vida empresarial de qualquer organização de modo a que esta possa responder a adversidades que se cruzam com o trajecto de médio-longo prazo da organização. De salientar ainda que, esta técnica deve ser utilizada para cimentar e construir um futuro sólido e sustentado das organizações.

Os planos de contingência são uma ferramenta de Gestão que deve estar prevista nos planos estratégicos das empresas. Esta ferramenta não é mais do que criar “fundos de maneio” que nos permitam que ao longo do PEM (Plano Estratégico de Marketing) e do PAM (Plano Anual de Marketing) alguma margem de manobra face aos resultados conseguidos através da auditoria e controlo das actividades previstas.

Nos dias de hoje não é de todo usual ver esta ferramenta a ser utilizada. Pois as organizações com vista à obtenção de lucro, tendencialmente geram menos liquidez financeira o que também não gera grande margem para “investir” em Planos de Contingência. Consideram-se ainda que outras hipóteses – o caso da hipótese financeira – são alternativas mais aliciantes que garantem um acréscimo das unidades monetárias ao contrário de as ter “estagnadas” no Plano de Contingência.

No entanto, esta ferramenta é para integral do PAM e do PEM para que as organizações estejam preparadas para ocasiões de carácter exógeno (acontecimentos no Meio Envolvente Contextual e também Transaccional) que possam surgir e que a organização não possa controlar. Um exemplo perfeito desta situação, é o 11 de Setembro. Este acontecimento, ninguém o poderia prever e a verdade é virou a vida empresarial em muitas empresas de pernas para o ar (Ex. Número de companhias aéreas que entrarem em falência no pós 11 de Setembro). O PC deve também estar orientado de forma a responder ao Meio Envolvente Transaccional para responder a campanhas e/ou produtos da concorrência, novos produtos, tendências, promoções, entre outros.

Em suma, o Plano de Contingência deve estar contemplado e instaurado na vida empresarial de qualquer organização de modo a que esta possa responder a adversidades que se cruzam com o trajecto de médio-longo prazo da organização. De salientar ainda que, esta técnica deve ser utilizada para cimentar e construir um futuro sólido e sustentado das organizações.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

As marcas ainda vendem o valor que em outrora venderam?


Cada vez mais uma grande parte das marcas com que nos cruzamos no dia-a-dia, orienta hoje uma estratégia comercial direccionada nas vendas da empresa contrariamente ao que se aprende academicamente. Sabe-se que os factores económicos, quer em Portugal, na UE e no mundo, estão em quebra, o que também não ajuda à liquidez financeira das empresas. É lógico que esta estratégia é fundamental, pois é através da rentabilidade que se consegue a sustentabilidade no longo prazo. No entanto, muitas destas marcas, “esquecem-se” do enfoque na criação de valor focando-se mais no retorno financeiro, através de por vezes, quebras na qualidade de produto ou serviço e até simultaneamente nos dois. O que não pode de todo acontecer.

As marcas que esquecem o cliente e pensam em retorno financeiro, são marcas que não estão orientadas numa estratégia de médio-longo prazo. Isto porque, uma marca que já possui uma notória carteira de clientes, Fidelizada, que representa um avultado montante financeiro no volume de vendas jamais pode esquecer esses clientes. As marcas têm de interiorizar que aquele “seu” cliente para além de ser um forte alicerce da estrutura empresarial, este está habituado a um determinado tipo de atendimento e produto. Ou seja, existem expectativas às quais o cliente está habituado que a marca não pode simplesmente deixar de lhe proporcionar.

A fidelização de clientes – Os clientes fidelizados que a marca detém, são clientes que já lhe custaram muito dinheiro, isto porque, todas as acções que foram desenvolvidas quer ao nível do seu Produto, do Espaço Comercial, da Comunicação e até do Preço (4P’s) estão necessariamente incutidas nestes clientes que acompanham a marca e a preferem em detrimento de outras. Portanto, o que custará mais… Manter estes núcleo de clientes fidelizados (cujo investimento já está feito!) ou apostar numa estratégia de massas desmistificando aquele que era o seu valor de marca?

O que acontece, é que ao cliente fidelizado a marca deixa de vender aquilo a que este estava habituado (por ex. Exclusividade, Personalização, Qualidade, Valor de Marca e Serviços.) Portanto, não cumpre as expectativas do cliente que acreditava na sua marca.Então o que vale mais?

Os clientes fidelizados (poucos) ou novos clientes (muitos mais esquecendo os fidelizados)? E quais custam mais?

Os clientes fidelizados, futuramente deixarão de o ser porque existirá uma natural desilusão com a marca, pois estes são exigentes e já não se identificam com a marca.

Segundo alguns estudos generalistas, um novo cliente custa em média 5 vezes mais do que o custo de um cliente fidelizado e mantê-lo satisfeito.

Portanto, basicamente para uma marca se tornar mais rentável tem no mínimo de conseguir multiplicar os seus actuais clientes por 5 e certificar-se de que ficam satisfeitos. Porque no curto prazo, conseguem bastantes clientes mas… a estrutura empresarial terá suporte para sustentar a satisfação de todos os clientes? Esse é o desafio.

As marcas de hoje, com uma visão posta no futuro devem estar orientadas no médio-longo prazo procurando por exemplo a internacionalização, no entanto, deve ser feito de uma forma sustentada procurando a continuada fidelização dos clientes.

sábado, 9 de junho de 2007

A que se deve o maior investimento em Marketing Infantil ?


As principais razões do crescimento do mercado das crianças devem-se sobretudo às seguintes alterações do foro económico, social e psicológico:

-Existem mais fontes de rendimento por criança: muitas mulheres integraram a vida activa;

-Existem menos crianças por família;

-Os pais são mais velhos e, geralmente, com mais posses: os pais tendem a ter filhos mais tardiamente (sobretudo pelo facto das mulheres darem prioridade às suas carreiras numa primeira fase) e têm-nos numa fase em que já se encontram mais folgados economicamente, acabando por dar mais importância às crianças que no passado;

-As famílias “fracturadas” são cada vez mais frequentes, o que leva a que as crianças recebam geralmente um maior número de presentes e uma maior quantidade de dinheiro (dos diversos conjuntos de pais e avós);

-As famílias mono-parentais são também cada vez mais frequentes, o que leva a que as crianças atinjam uma maturidade como consumidores mais cedo (tornam-se independentes e auto-suficientes mais cedo em termos de compras) e possam ter uma fonte de rendimento adicional na pessoa de pais distantes;

-Os avós tornam-se mais importantes e presentes na vida das crianças, na medida em que os pais se encontram ambos a trabalhar ou que só existe um dos pais: verifica-se que os avós em média tendem a gastar mais por cada criança que os seus pais;

-Observa-se um crescimento do sentimento de culpa por parte dos pais, mais ausentes por se encontrarem a trabalhar ou por serem divorciados ou sozinhos, que os faz gastar mais com as crianças que no passado;

-Os pais preocupam-se mais com o futuro dos seus filhos, sobretudo devido à incerteza do ambiente económico, e gastam mais em actividades extra-curriculares, em formação adicional.